O desenvolvimento das atividades espaciais é uma importante e poderosa ferramenta para impulsionar um grande número de objetivos de políticas públicas, contribuindo para uma maior autonomia de informações estrangeiras, segurança e apoio a prevenção e gerenciamento de desastres, proteção e monitoramento ambientais, aumento de conhecimento científico e até o desenvolvimento econômico do país.
No Brasil, o Programa Nacional de Atividades Espaciais (PNAE), focaliza como objetivo principal a capacitação do país para desenvolver e utilizar tecnologias espaciais na solução de problemas nacionais e em benefício da sociedade brasileira.
Os esforços brasileiros empregados no desenvolvimento de foguetes de sondagem e de veículos lançadores e na complementação e atualização dos Centros de Lançamento de Alcântara e da Barreira do Inferno (Natal/RN) têm contribuído para a capacitação, bem como, para atingirmos a almejada garantia de acesso ao espaço. A implantação do Centro Espacial de Alcântara, envolvendo parcerias internacionais na área de lançadores e de acordos internacionais, permitirá ao Brasil capacitar-se em serviços de lançamento espacial para projetá-lo no mercado internacional de lançamento comercial de satélites.
As tecnologias espaciais são derivadas de tecnologias terrestres testadas e aprovadas, onde se aplica um esforço de elevação do nível de desempenho do produto. No âmbito internacional, observa-se que novas tecnologias desenvolvidas para fins espaciais têm beneficiado praticamente todos os setores industriais, como por exemplo: na área automobilística, podemos citar os airbags, freios com ligas de carbono, amortecedores e sistemas de refrigeração e, pela indústria mineradora, são utilizados os radares de penetração no solo para detectar rachaduras em minas e túneis, produtos estes desenvolvidos para exploração espacial.
No plano nacional, são decorrentes do programa espacial brasileiro, o desenvolvimento de ligas de aços de ultra-resistência como o aço 300M, utilizado nos foguetes de sondagem, que chegou a ser exportado para a fabricação de trens de pouso de grandes jatos comerciais.
O Ministério da Ciência e Tecnologia e a Agência Espacial Brasileira, em especial, no âmbito de seu Conselho Superior que envolve representantes do governo, academia e setor privado, têm buscado encaminhar a viabilização de fatores de sucesso que permitirão ao Brasil entrar definitivamente no rol das space fairing nations.
No Brasil, o Programa Nacional de Atividades Espaciais (PNAE), focaliza como objetivo principal a capacitação do país para desenvolver e utilizar tecnologias espaciais na solução de problemas nacionais e em benefício da sociedade brasileira.
Os esforços brasileiros empregados no desenvolvimento de foguetes de sondagem e de veículos lançadores e na complementação e atualização dos Centros de Lançamento de Alcântara e da Barreira do Inferno (Natal/RN) têm contribuído para a capacitação, bem como, para atingirmos a almejada garantia de acesso ao espaço. A implantação do Centro Espacial de Alcântara, envolvendo parcerias internacionais na área de lançadores e de acordos internacionais, permitirá ao Brasil capacitar-se em serviços de lançamento espacial para projetá-lo no mercado internacional de lançamento comercial de satélites.
As tecnologias espaciais são derivadas de tecnologias terrestres testadas e aprovadas, onde se aplica um esforço de elevação do nível de desempenho do produto. No âmbito internacional, observa-se que novas tecnologias desenvolvidas para fins espaciais têm beneficiado praticamente todos os setores industriais, como por exemplo: na área automobilística, podemos citar os airbags, freios com ligas de carbono, amortecedores e sistemas de refrigeração e, pela indústria mineradora, são utilizados os radares de penetração no solo para detectar rachaduras em minas e túneis, produtos estes desenvolvidos para exploração espacial.
No plano nacional, são decorrentes do programa espacial brasileiro, o desenvolvimento de ligas de aços de ultra-resistência como o aço 300M, utilizado nos foguetes de sondagem, que chegou a ser exportado para a fabricação de trens de pouso de grandes jatos comerciais.
O Ministério da Ciência e Tecnologia e a Agência Espacial Brasileira, em especial, no âmbito de seu Conselho Superior que envolve representantes do governo, academia e setor privado, têm buscado encaminhar a viabilização de fatores de sucesso que permitirão ao Brasil entrar definitivamente no rol das space fairing nations.

5 comentários:
Ótiimo texto!
Beiijo;*
UM ótimo blog,pois é um blog onde fala de tecnologia,coisas que nos servem pra o mundo globalizado em que vivemos,muito interessante.
Parabéns.
:*
adorei pois fala de um momento em que estamos q er a globalização,foi otimo tem tudo haver com o assunto tecnologia foi muito legal.
:)
bj
Ótimo blog fala muito bem da tecnologia espacial e como nossa cidade tem contribuido nas pesquisas e entre outras coisas que esse blog nos ensina.
Muito bom...
Muito bem!É importante que as pessoas saibam que nossa cidade está ajudando em pesquisas espaciais.^^
Beijo
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